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Londres, Manchester, Edimburgo ou Dublin: onde aprender inglês?
Londres, Manchester, Edimburgo ou Dublin? Uma comparação honesta de custos, sotaques e — no caso de Dublin — do direito de trabalhar, para escolher onde estudar inglês no exterior.
Por Parlazo
28 July 2026 · 5 min de leitura

Escolher onde aprender inglês no exterior é uma decisão maior do que escolher a escola. A cidade determina quanto você vai pagar, quem você vai conhecer, que sotaque vai te cercar e — em um caso — se você tem o direito de ganhar dinheiro enquanto estuda. Aqui está uma comparação honesta de quatro dos destinos mais populares: Londres, Manchester, Edimburgo e Dublin.
Londres: a maior variedade, a maior conta
Londres tem mais escolas de inglês credenciadas do que qualquer outra cidade do mundo, o que significa todos os tipos de curso imagináveis — inglês para negócios, preparação para exames, aulas noturnas, aulas particulares — e uma concorrência enorme entre as escolas. Você nunca terá dificuldade de encontrar um curso que combine com você.
Mas você vai pagar por isso. Cursos de inglês geral em grupo em Londres costumam custar entre £200 e £300 por semana, e o custo de verdade é a moradia: os aluguéis londrinos jogam num campeonato à parte entre estas quatro cidades. Em troca, você tem todo o resto — os museus, o teatro, a variedade enorme de gente. Londres também é a mais internacional das quatro, o que tem dois lados: parceiros de prática infinitos, mas também círculos sociais inteiros em que você pode passar seis meses falando o seu próprio idioma sem perceber.
Ideal para: quem quer o máximo de opções e a energia de uma grande cidade, e tem orçamento para isso.
Manchester: a escolha inteligente para o bolso
Manchester é a opção econômica das quatro sem parecer um sacrifício. As mensalidades em escolas credenciadas ficam em torno de £150 a £200 por semana — cerca de 15% a 30% abaixo de Londres — e a diferença no custo de vida é ainda maior. Aluguel, transporte e uma noite fora custam todos bem menos.
É uma cidade universitária de verdade, com uma das maiores populações de estudantes da Europa, então toda a vida social — clubes, esporte, comida barata, música ao vivo — já vem pronta. O sotaque mancuniano é bem característico, o que preocupa alguns estudantes; na prática, os professores ensinam inglês padrão em todo lugar, e acostumar o ouvido a sotaques regionais reais é uma vantagem, não um problema. O mundo não fala como os áudios do livro didático.
Ideal para: quem cuida do orçamento mas ainda quer uma cidade grande, animada e genuinamente inglesa.
Edimburgo: o meio-termo mais bonito
Edimburgo é a menor das quatro e, de longe, a mais fácil de amar à primeira vista — uma capital compacta e caminhável, onde o castelo domina a cidade velha. Os preços dos cursos ficam na mesma faixa de outras cidades britânicas fora de Londres, bem mais baratos que a capital, embora a moradia custe mais que em Manchester e fique realmente difícil em agosto, quando o Fringe — o maior festival de artes do mundo — toma a cidade inteira.
Esse calendário de festivais é a arma secreta de Edimburgo para quem estuda idiomas: um mês de comédia, teatro e conversa em inglês em cada esquina. O sotaque escocês pede alguns dias de adaptação, mas, como em Manchester, é prática de escuta do mundo real que não se compra.
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